Galo Espotivo
"...sou sempre aquilo que fui,
fui sempre aquilo que sou,
porque a vida não dilui
o que, a mãe terra gerou,
sou brasedo que ficou
e aceso permaneceu,
sou gaúcho que cresceu junto aos
fogões de combate,
e já estava tomando um mate
quando a pátria amanheceu"
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Hostilio falou
gostei da sua criasal
07/04/2014
paulo filho falou
Ola senhor paulo os ovos q o senhor mandou pramim naceu um branc e uma maquina naceu 10 mais morreu 5 tem 3 marcho sao bons
05/04/2014
iro falou
fala amigo tudo bem
04/04/2014
silvano amaro falou
Parabéns!!!!otima estrutura

30/03/2014
fernando falou
parabens belos exemplares,sou de goiania e tenho muita coisa boa aqui,vi fotos e videos de seu criatorio e sei o que e bom.mais uma vez parabens.
29/03/2014
andre falou
Eae gente fais mais de 4 anos que eu tenho galos combatentes.Gostei muito das suas instalacao Sr.Paulo
28/03/2014
edmildo Tavares de Deus falou
Percebo qe vc cria aves de procedencia.
28/03/2014
ryan falou
muito legal
28/03/2014
Danilo falou
sou apaixonado por essas raças! sou a favor a preservaçao!
26/03/2014
kaique falou
so criador no enterior do amazonas tenho tenorio,pãosovado,barbudo do romulo,miraji,xucri,shamo,tailandes,raja murgi,satsumodori. e tou preservando aqi não tem fiscalisação tem so 15 policiais civis na cidade aqi a briga rola so solto.
25/03/2014
Vitor da silva rodrigues falou
fui criado dentro de uma rinha por isso sou apaixonado por galo de combate e meu filho tem 1ano e7 meses e ja ta correndo atras dos frangos e até pega os galo sem medo ta no sangue.
24/03/2014
manoel mendes falou
como faço para comprar ovos
24/03/2014
Rafael Tadeu de Faria Santos falou
Da uma atualizada nas fotos ai, coloca mais fotos. Os ovos que comprei de você há dois anos, mais ou menos, deram so maquinas, nao tem nenhum que esteja abaixo da media, surpreendente, após a muda irei comprar mais 20, pelo menos. grande abraço!
13/03/2014
kena pereira falou
gostei muito das explicacoes,pois antes nao entendia quase nada sobre cuidar dos galos para o combate.
04/03/2014
lucinaldo falou
amigo queria saber qual galo briga colado e bica o corpo todo do adiversario nas costa e asas e é muito agruessivo
04/03/2014
PAULO Paulo Rodrigues da Silva
email: galoesportivo@hotmail.com
cel: 67-99758144 vivo
67 81325180 Tim
Dentro Do Fato - Rinha de Galos

PELO DIREITO DA PRESERVAÇÃO DAS RAÇAS COMBATENTES

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Galofobia Uma Doença Moderna

Até pegarem o Duda Mendonça em uma rinha de galos no Rio de Janeiro, briga de galos era apenas uma atividade que foi proibida por lei no governo do Presidente Jânio Quadros e a maior parte da sociedade brasileira não tinham o menor conhecimento de que o galismo perdurava por todo esse tempo. Antes daquele evento, o combate ao galismo não passava de pequenas extorsões, no entanto, partir desse momento, incentivado pela mídia e entidades de proteção dos animais, vem sendo realizadas diversas incursões policiais em rinhas e moradias de criadores, mesmo a legislação brasileira não definindo, de forma clara e inconteste, a briga de galos como sendo crime, uma vez que a Lei aprovada no governo Jânio Quadros foi revogada pelo Presidente Tancredo Neves.

Provocado pelo sensacionalismo da mídia brasileira, que transformou essa atividade em um dos maiores inimigos do povo brasileiro, está se formando um seguimento da sociedade que acha que galo de briga bom é galo de briga morto. São pessoas criadas nos grandes centros urbanos e que não têm o menor conhecimento sobre o que é um galo de briga, sua história e sua utilidade para a humanidade e, também, não conhecem as pessoas que os criam e seus objetivos.
Esses "galófobos" tentam justificar a necessidade de se banir os galos combatentes da face da terra, utilizando, entre outros, o argumento de que galos combatentes não existem e, na verdade, são galos comuns nos quais os galistas injetam hormônios, ou anabolizantes, ou foram modificados geneticamente para ficarem agressivos, não havendo, dessa forma, a necessidade da preservação da espécie.

Opiniões desse tipo são facilmente encontradas na internet e até em entrevistas dadas por autoridades policiais e, considerando que a falsidade das mesmas pode ser facilmente constatada lendo um bom livro de avicultura, se pode concluir que são levianas e tem como objetivo tentar justificar para a sociedade brasileira o extermínio em massa desses animais, eximindo de culpa os "galófobos", uma vez que a nossa Constituição prevê a obrigação do governo de coibir práticas que levem à extinção de quaisquer espécies (art. 225, §1º, VII diz que incumbe ao Poder Público "proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade").

O combate a briga de galos tornou-se uma catástrofe para os galos de briga, quando animais vêm sendo mortos das formas mais cruéis possíveis (cremados vivos, enterrados vivos, degolados e jogados em lixões, servidos como alimento em hospitais e presídios ou, simplesmente, deixados que morram de fome e sede, abandonados em zoológicos e hortos), já tendo havido casos em que até ovos sendo incubados foram quebrados pela polícia, na casa de um criador. A forma cruel como esses animais são mortos denota claramente o ódio e desprezo que os que se dizem seus protetores sentem pelos galos combatentes ("galofobia").

Em virtude de manifestações contra o extermínio por parte de algumas autoridades jurídicas brasileiras, os "galófobos" estão utilizando uma nova tática para promover a extinção dos galos combatentes, que é esterilização em massa dos animais aprendidos colocando-os para adoção. Tal prática de esterilização constitui uma afronta a nossa Constituição, por colocar a espécie em risco de extinção e também prática de maus tratos (mutilação), trazendo grande prejuízo, uma vez que os galos aprendidos nas rinhas são justamente os melhores e, consequentemente, mais aptos a serem utilizados na reprodução. São justamente esses animais superiores que contribuirão com suas aptidões (força, musculatura bem desenvolvida, rusticidade e resistência) para o melhoramento não só dos futuros galos de briga, mas, inda, para o desenvolvimento da avicultura de corte e postura, visto que galos de briga são utilizados na formação de novas linhagens com o objetivo de aumentar o ganho de peso e resistência a doenças, beneficiando economicamente a avicultura industrial e doméstica.

Um animal não esterilizado até poderia ser adotado para servir de reprodutor no cruzamento com galinhas comuns, tendo sido desse cruzamento, objetivando o aumento da resistência a doenças e ganho de peso, que surgiu a nossa famosa galinha caipira e, com cruzamentos direcionados, o galo índio gigante e demais raças de corte modernas.
Jamais se justificará a extinção dos galos de briga para acabar com as brigas de galos. Essa espécie, que segundo relatos históricos é a precursora das atuais raças de corte e postura, jamais deverá compor uma relação de milhares de espécies extintas anualmente na face da terra, somente para a satisfação dos galófobos.

O tempo mínimo de vida de um galo de briga é de dois anos, podendo chegar a mais de oito anos, a menos que seja apreendido pelo poder público, quando a probabilidade de ser morto chega a quase 100%, para deleite dos "galófobos". Quando um galo entra em uma rinha a probabilidade do mesmo não sair vivo é de, no máximo, 10%, pois se houverem cem galos em uma rinha, em média, vinte e seis brigarão, em função da dificuldade de se encontrar animais parelhos (mesmo peso e altura), sem contar que a probabilidade de um galo sair morto de um combate é de 10%, visto que as pelejas de galos são assistidas por um juiz que define o fim da mesma, assim que um dos animais não mais revidar às investidas do adversário. Ao fim do tempo regulamentar de 55 minutos estando ambos ainda combatendo a luta é dada como empatada.

As rinhas de galos podem parecer sem sentido e violentas, mas essas preservam o galo combatente intacto a mais de 5.000 anos desde a sua domesticação. Muitos países, inclusive de primeiro mundo, criaram leis que protegem esses animais, permitindo o funcionamento das rinhas dentro de regras que proporcionam o crescimento e desenvolvimento da espécie, evitando abusos que poderiam ser caracterizados como maus tratos.

Considerando que o primeiro relato histórico de brigas de galos no Brasil data do ano de 1530, já está mais do que na hora de haver uma discussão do assunto de forma científica, para definir-se o futuro dos galos combatentes brasileiros, pois se esse futuro ficar a cargo de "galófobos" a espécie somente será encontrada em fotos de livros antigos.

Após ser domesticado e ter o seu habitat natural devastado, os galos de briga tiveram sua sobrevivência garantida graças à admiração que muitas pessoas (galistas) têm por suas magníficas qualidades. Sua força, seu destemor e sua beleza incomum encantam milhões de pessoas por todo o mundo e essas qualidades fizeram do galo combatente uma das espécies domésticas de maior sucesso, saindo da Ásia e conquistando todo o mundo civilizado, e em cada país foram criadas novas estirpes de galos combatentes que evidenciam os valores morais e culturais cultivados pela população local.

A "galofobia" pode ser comparada à homofobia e ao racismo e é uma prática que não deve prosperar, pois não se pode combater um suposto crime com um verdadeiro crime.

ASSIS CRUVINEL

GALOS COMBATENTES E UM ESPORTE MILENAR
CONHECENDO UM POUCO DO GALISMO
Tratar de assunto tão polêmico nos faz viajar pela história da humanidade, pois essas aves nos acompanham há mais de cinco mil anos, ocupando sempre lugar de destaque na vida de pessoas que admiram, cuidam e se dedicam á criação dessa espécie de ave tão especial. Durante todo esse tempo os galos sempre se enfrentaram e nem por isso a espécie nunca foi ameaçada de extinção.

Ao contrário do que muitos apregoam, os galistas vem preservando e cuidando dessa espécie. As aves combatentes são cuidadas desde muito cedo, poderíamos dizer que até mesmo antes de nascer, pois existe a preocupação por parte dos criadores a partir dos cruzamentos direcionais ou seja, sempre se escolhe o melhor galo e a melhor galinha para se tirar os melhores pintos, passando pela fase de reprodução até o nascimento do pinto. São muitos os cuidados e zelo que se tem na criação do pinto até que se torne uma ave adulta, não se descuidando em nenhum dos pontos como: Alimentação, Saúde e Medicamentos, como também um manejo e instalações adequados ao comportamento dessa ave milenar.

Podemos afirmar que existem exemplares dessas aves que chegam a viver dez anos ou mais com saúde, alimentação e tratamento que poucos animais têm o direito de usufruir. Seria hilariante comparar uma ave combatente a uma ave da mesma espécie dita como sendo "industrial". Pois período de vida dessa ultima é de 45 dias, passando esse curto periodo se alimentando 24 horas por dia.

O certo é que, para se criar determinados animais deve-se antes pesquisar e conhecer suas aptidões, seus instintos, seus hábitos, enfim, tudo o que se relaciona á sua vida.

A espontânea aptidão á luta dessa espécie não foi imposta pelo homem, sendo transformada em esporte com regulamento, a fim de que não haja desproporcional domínio que venha a favorecer a um dos combatentes.

Muitos são os argumentos em defesa da preservação da espécie e do esporte galístico, já que preservação e o esporte estão intimamente ligados. Primeiro é preciso entender a natureza e o instinto dessas aves, este é o ponto chave da questão, para que se possa resolve todas estas disputas de opinião entre aqueles que defendem e os que são contra o galismo. Nas explicações que seguem, o compromisso é com a verdade procurando esclarecer aspectos relacionados á vida e a índole dessas aves. Os galos combatentes pelo temperamento que possuí são de difícil manejo, começam a brigar muitas vezes a partir dos primeiros dias de vida. Para ser ter uma ideia um galo quando adulto, mesmo que você coloque a disposição dele agua, comida e uma fêmea e se no local estiver presente outro galo, ele nem percebe a alimentação nem a fêmea, pois primeiro vai brigar com o outro galo, porque é o que ele gosta de fazer, é da sua índole. Por isso os criadores têm que ter conhecimentos apropriados, dedicação, paciência e zelo.

A única coisa que um galo combatente realmente gosta de faze é brigar, daí o seu nome galo de briga. Existe algo pior de que ser impedido de fazer o que o mais gosta? Será que essas pessoas que tanto criticam já perguntaram a si mesmos se os galos querem deixar de fazer o que eles mais gostam? Essas pessoas querem mudar o instinto dos animais que foi dado, acreditamos, por Deus. Instinto, caros amigos, não se muda. Essas aves sempre vão permanecer assim. Caso essas pessoas não gostem disso, infelizmente a única alternativa para elas é a extinção da espécie, isto sim seria um crime.



"Os galos podem ser de rinha, ornamentais ou de granjas; serão sempre implacáveis com as minhocas! Todavia há gente com milhões de minhocas na cabeça querendo salvar os galos acabando com as rinhas! Uma zoocomédia de improvisados amadores da biodiversidade!"
 

   © 2013 Galo Esportivo